Oposição e governo elogiam a gestão do BRB


Ao completar 55 anos, o BRB dá muito orgulho e satisfação para Brasília. Um banco que nasceu junto com Brasília, essa cidade com um olhar para o futuro, cresceu com o propósito de impactar a vida das pessoas e transformar sonhos em realidade. De uma forma ou de outra, o BRB participa do nosso dia a dia conectando boas ideias, acreditando na cidade e sendo ponto de apoio na nossa vida

Foto: Rogério Lopes.

O Banco de Brasília (BRB) alcançou lucro líquido de R$ 242 milhões no primeiro semestre de 2021, crescimento de 20,9% na comparação com o mesmo período de 2020. No segundo trimestre de 2021, o lucro registrado foi de R$ 124, 5 milhões, aumento de 34,7% em relação ao segundo trimestre do ano passado. O resultado expressa a estratégia de expansão dos negócios do BRB com a ampliação da oferta de produtos e diversificação da base de clientes. Como reflexo, observou-se no período a ampliação da margem financeira e aumento das receitas de prestação de serviços.

Para o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, o Banco conseguiu cumprir todas as metas de negócios estabelecidas, apesar de um contexto adverso, ainda decorrente da segunda onda da pandemia da Covid19.  "O BRB cresceu em todas as linhas de negócio, atuando não só como banco tradicional, mas também como banco digital e como banco público, focado na execução dos programas sociais e na prestação de serviços para a população do Distrito Federal", disse.

Convergência
Os deputados distritais Rodrigo Delmasso (Republicanos) e Chico Vigilante (PT) protagonizaram um debate insólito na última semana, no qual os dois elogiaram o BRB. Delmasso afirmou que a instituição hoje figura entre os bancos que mais crescem no Brasil – o que atribuiu à credibilidade adquirida e à parceria com o Clube Flamengo.

"Mercado"
Ele foi aparteado por Vigilante, que disse concordar, apesar de ser oposicionista. "Quando foi feita essa parceria muita gente criticou, mas entendi que era o tipo do negócio com o qual o banco iria ganhar. Não se trata de uma questão de torcida, mas de mercado, de bons contatos com o setor empresarial", destacou o petista.
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Por: Flávio Santana

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